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I, YOU, WE. (Eu, você, nós)
Eu disse que você tinha que fazer isso. Você disse que você não queria. Nós conversamos a respeito disso, e nós concordamos que talvez eu poderia ajudar.
Eu disse que você estava errado. Você insistiu que você estava certo. Nós seguramos a mão um do outro, e o certo e o errado desapareceram.
Eu comecei a chorar. Você começou a chorar, também. Nós nos abraçamos, e entre nós cresceu uma flor da paz.
Como eu amo este mistério chamado Nós! De onde Nós vem, de lugar nenhum ou coisa nenhuma, como se por mágica? Eu pensei a respeito deste mistério, e eu percebi algo: Nós deve ser a criança favorita do amor, porque até que eu alcance você, Nós não está ainda lá. Nós chega nas asas da ternura: Nós fala através de nossa compreensão silenciosa. Quando eu rio comigo mesmo, Nós sorri. Quando eu perdôo você, Nós dança em júbilo.
Assim Nós não é mais uma escolha, não se você e eu queremos crescer um com o outro. Nós nos une, aumenta nossa força; Nós apanha nosso fardo quando você e eu estamos prontos a deixá-lo cair. A verdade é que você e eu teríamos desistido há muito tempo, mas Nós não nos deixará. Nós é muito sábio. “Olhe dentro de seus corações”, Nós diz. “O que vocês vêem? Não você e eu, mas somente Nós”.
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Magic. (Magia)
Minha idéia de magia não está muito relacionada com truques e ilusões de palco. O mundo inteiro abunda em magia. Quando uma baleia mergulha fora do mar como uma montanha recém-nascida, você fica sem ar em encanto inesperado. Que mágico! Mas uma criança que está aprendendo a andar e que vê seu primeiro girino surgindo inesperadamente em uma poça da lama sente a mesma emoção. A maravilha enche seu coração, porque ele vislumbrou por um instante a diversão da vida.
Quando eu vejo as nuvens afastadas rápida e repentinamente de um pico coberto pela neve, eu sinto como aclamando, “Bravo!”. A Natureza, o melhor de todos os mágicos, entregou uma outra emoção. Ela expôs a ilusão real, nossa inabilidade de sermos assombrados por suas maravilhas. A cada vez que o Sol se levanta, a Natureza está repetindo um comando: “Veja!”. Sua magia é infinitamente pródiga, e em retorno tudo o que nós temos que fazer é apreciá-la.
Que grande prazer a Natureza deve sentir quando ela compõe estrelas de gás circular e de espaço vazio. Ela as arremessa como lantejoulas de uma capa de veludo, um bilhão de razões para que nós despertemos em pura alegria. Quando nós abrimos nossos corações e apreciamos tudo o que ela nos deu, a Natureza encontra sua recompensa. O som do aplauso rola através do universo, e ela se curva.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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